Processamento de carne: desmembramento e rendimento
Como funciona o corte 1→N com rateio de custo, quebra de frio e registro SIF/SIE.
O módulo de processamento de carne atende açougues industriais, frigoríficos de pequeno porte e fábricas que desossam: operações em que um produto entra e vários saem — e o custo precisa acompanhar essa transformação.
Desmembramento 1→N
O processo central: entra uma peça (o traseiro, a carcaça, o corte primário) e saem vários produtos (cortes, aparas, osso). O sistema registra o desmembramento com:
- Rendimento por corte — quanto do peso de entrada virou cada produto de saída.
- Rateio de custo — o custo da peça de entrada é distribuído entre os cortes resultantes, para que cada produto final tenha custo real (e a margem de cada corte seja verdadeira, não uma média borrada).
- Quebra de frio — a perda de peso natural do processo, registrada em vez de ignorada.
Sem esse controle, o açougue sabe o custo do boi e o preço da picanha — mas não sabe se a picanha paga o osso.
Estoque e lotes
Os cortes resultantes entram no estoque com lote e validade, seguindo o controle FEFO e a rastreabilidade — do corte vendido até a peça de origem.
SIF/SIE
O registro de inspeção sanitária (SIF federal ou SIE estadual) é controlado no cadastro — informação obrigatória para quem processa e vende carne inspecionada.
Este módulo é um add-on do nicho de fábrica/alimentar — é habilitado para operações que efetivamente desossam ou processam carne.
Pese e registre a quebra de frio de verdade em vez de usar um percentual "de cabeça". A quebra real varia por fornecedor e por câmara — e alguns pontos percentuais de diferença mudam o custo de todos os cortes.