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Processamento de carne: desmembramento e rendimento

Como funciona o corte 1→N com rateio de custo, quebra de frio e registro SIF/SIE.

Atualizado em 11/07/2026

O módulo de processamento de carne atende açougues industriais, frigoríficos de pequeno porte e fábricas que desossam: operações em que um produto entra e vários saem — e o custo precisa acompanhar essa transformação.

Desmembramento 1→N

O processo central: entra uma peça (o traseiro, a carcaça, o corte primário) e saem vários produtos (cortes, aparas, osso). O sistema registra o desmembramento com:

  • Rendimento por corte — quanto do peso de entrada virou cada produto de saída.
  • Rateio de custo — o custo da peça de entrada é distribuído entre os cortes resultantes, para que cada produto final tenha custo real (e a margem de cada corte seja verdadeira, não uma média borrada).
  • Quebra de frio — a perda de peso natural do processo, registrada em vez de ignorada.

Sem esse controle, o açougue sabe o custo do boi e o preço da picanha — mas não sabe se a picanha paga o osso.

Estoque e lotes

Os cortes resultantes entram no estoque com lote e validade, seguindo o controle FEFO e a rastreabilidade — do corte vendido até a peça de origem.

SIF/SIE

O registro de inspeção sanitária (SIF federal ou SIE estadual) é controlado no cadastro — informação obrigatória para quem processa e vende carne inspecionada.

Este módulo é um add-on do nicho de fábrica/alimentar — é habilitado para operações que efetivamente desossam ou processam carne.

Pese e registre a quebra de frio de verdade em vez de usar um percentual "de cabeça". A quebra real varia por fornecedor e por câmara — e alguns pontos percentuais de diferença mudam o custo de todos os cortes.


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