Serviços profissionais: projetos, horas e faturamento
Projetos por hora, valor fechado ou retainer, timesheet aprovável e margem por projeto.
O nicho de serviços profissionais atende quem vende trabalho intelectual — agências, consultorias, escritórios, estúdios. A unidade de operação deixa de ser o produto e vira o projeto.
Três modalidades de projeto
Cada projeto nasce com o modelo comercial que rege o faturamento:
- Por hora — fatura-se o tempo trabalhado e aprovado.
- Valor fechado — preço fixo, faturado por marcos (entregas parciais definidas no projeto).
- Retainer — valor mensal recorrente, o "fee" clássico de agência.
Timesheet
A equipe aponta horas nos projetos via timesheet, que passa por um ciclo de rascunho → aprovação. Só hora aprovada entra em faturamento — o que dá ao gestor o controle do que efetivamente vira cobrança.
Faturamento por modalidade
O faturamento respeita o modelo de cada projeto: horas aprovadas no projeto por hora, marco concluído no valor fechado, ciclo mensal no retainer. A cobrança gerada cai no contas a receber como qualquer venda — sem duplicidade quando o período é refaturado.
Margem por projeto
O painel de margem confronta o que o projeto fatura com o custo das horas apontadas. É a resposta à pergunta que separa agência saudável de agência ocupada: este cliente dá lucro? Projetos por hora raramente surpreendem; retainers e valores fechados, sim — o escopo cresce em silêncio e a margem derrete.
Timesheet incompleto = margem fictícia. Se a equipe só aponta as horas "faturáveis" e esquece as internas, todo projeto parece lucrativo. Aponte tudo; decida o que faturar na aprovação.
Revise a margem dos retainers a cada trimestre. É o modelo mais confortável de receita — e o que mais esconde clientes que consomem o dobro das horas que pagam.